Resposta :
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1- Não, varia de pessoa para pessoa, os sintomas de demência acontecem quando as células nervosas do cérebro são danificadas e eventualmente morrem. O paciente que tem Doença de Parkinson apresenta maior risco de desenvolver esse problema, principalmente no final da doença. Mas não necessariamente vem acompanhada de demência, ao contrário do Azheimer, é mais gradativo.
2- Até o momento infelizmente não, entretanto, existe medicamentos como levodopa, Seleginina, e outros que ajudam. Tem o inibidor de decarboxilase, tratamentos para auxiliar na doença e fisioterapia. Atualmente, existe um procedimento chamado Neuroestimulação Profunda do Encéfalo, que consiste em um dispositivo que estimula áreas específicas do cérebro, porém, ele somente reduz os sintomas da doença.
3- Rigidez muscular, a doença de Parkinson é classificada em 5 fases, na última fase, a mais severa, não é mais possível andar, sendo preciso uma cadeira de rodas. O indivíduo pode chegar a ficar com os movimentos totalmente comprometidos, ficando com os membros "congelados".
4- A dopamina sintética poderia ajudar, porém, a dopamina sintética que é tomada via oral e não consegue chegar as áreas do cérebro que necessitam dessa substância, o Levodopa consegue se transformar em dopamina e chegar ao cérebro.
5- Sim, é disponibilizado pelo governo o medicamento mesilato de rasagilina, que é indicado para o tratamento da doença, esse fármaco foi disponibilizado gratuitamente desde o primeiro trimestre de 2020.
Espero ter ajudado! Abraço e bons estudos!
Resposta:
Padrão de resposta esperado
Explicação:
1) Todas as pessoas que apresentarem a DP irão desenvolver demência? Não, nem todas, mas aquelas que desenvolvem a DP após os 65 anos de idade são mais suscetíveis a ter demência (o percentual de demência associada à DP é de aproximadamente 80%).
2) Não tem cura, mas tem tratamento a longo prazo. Quanto mais precocemente for diagnosticada, melhor serão as condições e a qualidade de vida do paciente.
3) A instabilidade postural costuma acontecer mais tardiamente na doença de Parkinson.
4) Porque a dopamina sintética não ultrapassa a barreira hematencefálica, presente no sistema nervoso central. A seletividade da barreira deixa passar o levodopa, que se converte em dopamina.
5) Sim. O Ministério da Saúde disponibiliza os medicamentos no Sistema Único de Saúde (SUS).